sábado, 2 de fevereiro de 2013

RUPTURAS - Benção em nossas vidas?

Dedico esse texto a todos os que partilham da experiência de uma separação.
Em segundo plano, não menos importante para mim, dedico esse texto a todos os animais desse planeta que agem e sentem, mas não sabem falar, não sabem transmitir suas experiências, a não ser pela sua sábia Alma-Grupo que a todos os seres de boa vontade inspira. Alguns respondem a seu chamado espiritural e os acolhem em seus lares quando a ruptura chega em suas vidas, de repente e sem avisar. Seja essa, também uma homenagem minha amiga Dora Tertuliano dora.tertuliano@facebook.com a quem testemunhei o seu amor e a disponibilidade para receber em seu lar esses amores que foram rupturados pelas intempéries da vida cotidiana dos seres humanos.

Fonte: Livro ROMPER PARA VIVER - Como as rupturas amorosas familiares e profissionais podem ser libertadoras e se tornar forças de renovação e criatividade - de Simone Barbaras, Editora Rosa dos Vento. Livro gentilemente cedido pela Elisa da Eubiose cailean1@hotmail.com

RUPTURA SIGNIFICA UMA SEPARAÇÃO E REPRESENTA O RESULTADO DA TENSÃO ENTRE DOIS OBJETOS OU PESSOAS... que causa o rompimento dos laços que os unem. Com efeito, rompe-se com alguém ou alguma coisa porque a tensão atingiu o seu ponto mais alto e era a única saída que restava naquele momento. Essa tensão pode levar a ruptura extrema pois libera ao mesmo tempo forças de vida e forças de morte. Existe em cada um de nós uma dramaturgia da ruptura, que se coloca como uma tragédia, pois as rupturas brutalizam nossos sonhos de harmonia. Imaginamos nossa vida mais facilmente como o desenrolar natural das coisas, melhor sistematizada num compasso calmo do que segmentada, cortada. Como poderia ser de outra forma? Somos ensinados desde crianças, a considerar errado o que foge ao consenso, a pensar que a falta de continuidade é desrregramento e que as rupturas são muitas vezes traições que colocam a ordem em perigo: ordem familiar, moral ou social. Esse discurso não deixa de ter similitude com o que nos é ensinado sobre a sexualidade e suas proibições, e que na confusão e no não-dito sugere o sentido de perigo e de transgressão. Romper é interromper uma continuidade. É deixar bem claro que não se pode mais assegurar da mesma forma o prosseguimento da existência, quando os conflitos interiores tornam-se demasiado fortes e levam a um estado de tensão insuportável. As palavras não enganam: " estou prestes a explodir ", " estou por um fio ".
Para enfrentar essa ameaça e suprimir as causas da tensão torna-se uma necessidade, antes que ela nos conduza a soluções que escapem ao nosso controle, como a doença ou a depressão. Além disso é preciso identificar essas causas - as verdadeiras causas - não raro indecifráveis por si mesmas. A verdadeira ruptura não é a fuga ou o abandono diante do evento. Ela requer energia, coragem e lucidez. Ela produz vida e armas para lutar. É uma das funções mais úteis e mais criativas da vida humana. Uma vez consumada a ruptura, os recursos se mobilizam para substituir por outra coisa aquilo que deixamos, para descobrir outras soluções, para inventar novos equilíbrios. Mesmo durante a difícil transição - esse intervalo entre a certeza da perda e a incerteza do que será conquistado, há algo de novo que desperta, que se desliga da antida rigidez e abre o caminho para uma mudança,  uma regeneração e uma criatividade. Nisto consiste a ambiguidade da ruptura, ela libera a um só tempo forças mortíferas e energias criadoras. Como todas as aventuras, a ruptura - uma vez vivida ao extremo - não está ao alcance de todos e pressupõe uma história e uma estrutura psicológica singulares.

Abaixo citação minha:
Há duas formas de conduzir a sua situação: a forma da continuidade e a forma da inovação. Seja criativo, faça diferente! Essa é a única forma que vai te imortilizar. Você merece!!! Já chegou até aqui, lute mais e chegue lá...
 Beijos as todos os meus amigos...

 

domingo, 9 de dezembro de 2012

PARA REFLETIR...
 
“ Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora.
Soltar...
Desprender-se...
 



As pessoas precisam entender que
ninguém está jogando com cartas marcadas,
às vezes ganhamos e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
 
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade ou soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa na sua vida.  

Feche a porta, mude o disco,
limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era
e se transforme EM QUEM É.

Nesta vida temos três professores importantes:
O ‘Momento Feliz’, o ‘Momento Triste’ e o ‘Momento Difícil’.
O ‘Momento Feliz’ mostra o que não precisamos mudar.
O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar.
O ‘Momento Difícil’ mostra o que somos capazes de superar. ”

Autor desconhecido

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SOBRE A MENTE

A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS

Meus agradecimentos ao Wanderley David, da Decisão Imóveis de BH que me enviou este texto. Gostei tanto que o inclui no blog. 

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo.
Nesse ambiente, você perceberá a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque a nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia e qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente todos eles.
Por isso, a maior parte desses pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Por isso, quando ficamos mais velhos, parece que o tempo acelera.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado e a nossa atenção é requisitada ao máximo.
Um dia, dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais e até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas, você não as lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente. O cérebro já sabe qual marcha trocar, ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência.
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir: as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, .... enfim...
As experiências novas, aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades, vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou até, na década.  Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo:
MUDE, fazendo algo diferente.
MARQUE, fazendo algo novo, uma festa ou tirando fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família. Faça festa de aniversário para os seus filhos.
Use e abuse dos eventos para tornar os momentos especiais, diferentes dos momentos usuais.
Faça festa de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-fora, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova. Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor.
Faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Seja diferente.
Se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a seu lado de alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostem de comidas diferentes.
V I V A !!!

Adaptação do texto de Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

domingo, 5 de setembro de 2010

CIÊNCIA E POESIA

Em todas as épocas o homem fez isso e aquilo.
A escrita foi inventada
A historia começa com a escrita.
Antes dela só existem suposições.
E com ela nasceu a ciência
Há uma historia dos homens, há uma historia do céu
Noite após noite o homem buscou formas na posição das estrelas do céu
A agricultura surgiu em várias partes do mundo, hà 7 mil anos atrás.
A escrita foi inventada para solucionar os problemas do céu e da agricultura.
A matematica geométrica que aprendemos é grega,
Mas o algoritimo, que é um conjunto de operações para se chegar a um resultado, é egípcio.
E é com essa ferramenta que a humanidade constrói seu progresso vertiginoso: o computador.
Com o algoritmo a tartaruga vence a lebre.
Fonte: TV ESCOLA, SÉRIE LENDAS DA CIÊNCIA,  Michel Serres, filósofo

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

SABEDORIA

A dignidade estará sempre em exercer a vida como pagamento da doação que nos foi outorgada por existir; a forma de fazê-lo, portanto, é a da equivalência, ou seja, com amor devolver o que por amor nos foi concedido.
PROF. ANTÔNIO LOPES SÁ  1921-2010
Lider comprometido com a ética e cientista que dedicou a vida à contabilidade.

domingo, 1 de agosto de 2010

AÇÃO E ATRAÇÃO, por Bruno Fernandes

Lamentar não adianta. Beber para esquecer também não. Rezar ajuda, mas não resolve. Se os objetivos não se concretizam, se a coisa não anda, o negócio é olhar para dentro, antes de responsabilizar o universo. Encontradas as travas? Pois bem, chorar a culpa não leva a nada. É melhor eliminar os problemas, quantos forem necessários, não importa a dor ou o trabalho (e vai dar trabalho).
Quer ter um corpo bonito, porém não malha. Quer ficar rico, mas sem pegar no pesado. Ela sonha com uma marido íntegro e maduro para dividir o futuro, mas ainda não deixou de ser uma paquita da noite. De sua conversa, adornada por gestos e trejeitos afetados, não sai nada além de uma agenda de festas e prazeres fúteis a serem experimentados. O outro só casa se for com uma mulher inteligente, bonita, companheira e de valores, mas insiste em tratar todas como vagabundas e fazer o tipo malandrão: fútil, vulgar, fácil. Querem uma coisa, mas puxam outra. Repelem o alvo do desejo.
Mas os opostos não se atraem? No primeiro momento, superficialmente, talvez. Mas com a essência das coisas é diferente. Você atrai aquilo que você é. A postura aproxima, as palavras sinalizam e as atitudes, muitas vezes custosas, conquistam e sustentam, seja lá o que for, sucesso, saúde ou amor.
"Ah, mas quando é para ser, não tem jeito". Bobagem. O universo conspira, mas ele não faz depósitos bancários voluntários, não queima calorias e nem provoca orgasmos múltiplos. Tem que dar uma força, às vezes, uma grande força. Não existe sorte sem movimento.
E movimentar-se, muitas vezes, implica tomar outra direção. Repensar valores, cortar hábitos, gostos, vícios e até mesmo pessoas. Sem choro, nem dó. Deixar de partilhar os saudáveis sinas da intuição somente com o travesseiro - ao finall de outro dia exatamente igual ao de ontem - e comerçar a formatar outra rotina. Criar uma atmosfera diferente em torno de si, repleta de oportunidades e riscos. Trocar a música, comida, ambiente, companhias e até mesmo o caminho para o trabalho.
Reinventar-se primeiro, antes de jogar os búzios, as cartas do tarô ou acender uma vela. Transformar-se naquilo que procura: algo ou alguém surpreendente, inusitado. Não por modismo ou fuga, mas por instinto e convicção. Sem medo do nariz torcido e do julgamento invejoso dos que não pisam fora da zona de conforto, por covardia, preguiça ou incompetência. Que se danem os acomodados e imaturos. Não existe amor ou amizadade que justifique a estagnação mental e emocional. Muitos dos que estão aí para o que der e vier só querem companhia para continuar nadando na lama do atraso. Basta optar por um caminho distinto para ver quantos apoiarão ou mesmo apoiarão ou mesmo respeitarão a nova escolha.
E são estes partidários da mesmice e do conformismo, que, geralmente, distorcem o conceito de fé e espiritualidade para justificar a inércia e fugir da responsabilidade pela falta de atitude. Supervalorizam o misticismo e ignoram o fato de que a força das ações é que leva ao acaso. Se é que isso existe.